Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
13
Out 10

 

 

 

 

Um ano de trabalho merece sempre uma reflexão, do executivo, do cidadão, do habitante da nossa terra que muito amamos.

 

Com o objectivo de fomentar a transparência, cidadania e interacção entre a Junta, os seus representantes e a população, proporcionando hábitos e momentos ao diálogo, da partilha, às ideias e outras demais relacionadas com Boelhe, o Executivo da Freguesia de Boelhe pretende a sua colaboração – como alavanca para o plano de trabalho e desenvolvimento dirigido à Comunidade. 

 

Dê a sua opinião, comente as acções desenvolvidas ao longo deste ano autárquico. Utilize o e-mail jfboelhe@gmail.com e faça chegar a sua análise, a reflexão do que foi feito e melhorado, o que está ainda por concretizar, os novos desafios e anseios da população.

 

  


  

 

 

Futebol Clube de Boelhe pretende criar a primeira escolinha de futebol na freguesia

 

A direcção do FC Boelhe para a presente época desportiva 2010/2011, além da formação séniores, pretende desenvolver na freguesia uma nova modalidade: o futsal como formação desportiva dirigida aos mais novos (entre os 7 e 11 anos).

Com pregaminhos conquistados desde Agosto de 1974, o ano da sua fundação, o FC Boelhe movimenta anualmente algumas dezenas de atletas e pretende fazer da formação o seu futuro.

Inscrições e informações: junto da Direcção, no próximo Sábado, pelas 16 horas, no Campo de Futebol de Boelhe.

Encarregados de Educação e jovens: COMPAREÇAM!

 


 

APOIO À PRODUÇÃO AGRÍCOLA BIOLÓGICA

 

A agricultura biológica é um modo de produção agrário que procura a obtenção de alimentos de elevada qualidade, recorrendo a técnicas que garantam a sua sustentabilidade, preservando o solo e o meio ambiente, evitando o recurso a produtos químicos de síntese e adubos facilmente solúveis, privilegiando assim a utilização dos recursos locais, dignificando o agricultor e o meio socio-económico onde este se insere. Assim, o modo de Produção Biológico (MPB), possui como principais características:

- Proibição de uso de fertilizantes e pesticidas químicos de síntese;

- Promoção do desenvolvimento de um solo saudável e fértil;

- Utilização da rotação e consolidação de uma grande variedade de culturas;

- Recurso preferencial a variedades tradicionais, mais resistentes a pragas e doenças;

- Os animais são criados no absoluto respeito do bem-estar animal e sem o uso rotineiro de antibióticos e hormonas, comuns na produção intensiva;

- Visar o desenvolvimento harmonioso do mundo rural.

Apresentando um modelo de desenvolvimento sustentável no meio rural, este modo de produção agrícola é uma resposta pró-activa às preocupações ambientais bem como à saúde dos cidadãos, que tem crescido exponencialmente ao longo dos últimos anos, sendo praticada em mais de 120 países.

Com efeito, a Comissão Europeia, no documento intitulado "Vision for Organic and Farming Research Agenda to 2025", produzido pela Plataforma Tecnológica "Organics" realça a importância deste modo de produção e as animadoras perspectivas de crescimento deste mercado.

Mesmo em Portugal tem-se notado um crescimento no consumo de produtos em Modo de Produção Biológico (MPB), continuando, no entanto a existir escassez de produto de origem nacional, pois apesar das inquestionáveis vantagens associadas à agricultura biológica, o facto de obrigar ao caderno de normas rigoroso, controlado por organismos de certificação segundo regras internacionais, tem como consequência o aumento dos custos de produção o que se reflecte necessariamente nos preços praticados junto do consumidor e na competitividade dos produtos.

Como consequência, os preços praticados são elevados, sendo oportuno o incentivo ao aparecimento de novos produtores nacionais.

Para além dos benefícios que são atribuídos a este tipo de produção agrícola, no que toca à preservação ambiental e ao contributo para a saúde de quem consome alimentos produzidos de modo biológico, há também que sublinhar que a promoção e o incentivo ao aumento de produções biológicas consiste num apoio real, e numa oportunidade de adesão, a uma actividade profissional relevante e dignificante para quem a exerce, numa ajuda importante à preservação e divulgação de variedades e espécies regionais e num auxílio relevante ao desenvolvimento económico e social do mundo rural local.

Encontra-se regulamentada a atribuição de apoios à formação, técnico e de certificação, por parte do Município de Penafiel, a produções agrícolas biológicas, com uma área mínima de 0,5 ha, procurando, incentivar a adesão, na área geográfica do município, a estas práticas produção biológica.

+ info. Município de Penafiel

Consulta ao Boletim Municipal n.º 8/2010

 

publicado por a nossa terra às 00:17

comentário:
Um ano depois das autárquicas
Fez no passado dia 9 um ano, que os actuais executivos municipais e de freguesia em exercício venceram as eleições autárquicas, e em consequência iniciaram mais um ciclo político.
Se na região do Vale do Sousa, não se registaram grandes surpresas nessa noite eleitoral, à excepção de Felgueiras onde Inácio Ribeiro ganhou a autarquia à carismática Fátima Felgueiras, um pouco por toda a região, os resultados não passaram senão por confirmar as lideranças em exercício.
Agora, volvido um ano desde esse escrutínio, urge fazer um balanço ainda que sintético, do desempenho de alguns executivos, e no caso concreto ao de Penafiel.
Alberto Santos, foi reconduzido no terceiro mandato, arrecadando para a coligação PSD/PP uma vitória robusta, conquistando igualmente a maioria das assembleias de freguesia, ainda que tenha perdido para o PS, autarquias emblemáticas como a de Duas Igrejas, S. Miguel de Paredes, Peroselo e Boelhe.
Com o inicio deste ano civil, o pior estava para acontecer, com a suspensão dos protocolos às freguesias, e como se isso ainda não bastasse com o corte dos duodécimos, dos meses de Janeiro e Fevereiro, deixando a esmagadora senão totalidade das freguesias numa situação aflitiva e de asfixia financeira.
Tradicionalmente, o primeiro ano de mandato é de contenção, e para honrar compromissos passados, que em muito contribuem para quem está no poder o manter, e em alguns casos reforçar.
Contudo, este primeiro ano, tirando algumas inaugurações de obras projectadas no mandato anterior, ficará claramente marcado pelos cortes financeiros às freguesias, devido à situação financeira do nosso município, que como é público figura no leque das autarquias do país com elevado passivo de curto e médio prazo, assim como das piores pagadoras aos fornecedores conforme documentos oficiais, oriundos de entidades isentas e imparciais, como o anuário da Associação de Municípios, relatório da Associação dos Empresários do ramo da construção civil, entre outros.
Por tudo isto, este primeiro ano de mandato é com toda a certeza um ano negativo para Penafiel, aguardando que com o decurso do tempo, a situação melhore e a autarquia local se veja numa situação financeira mais folgada, a fim de levar por diante os investimentos que apresentou aos penafidelenses e que falaremos noutras situações, a bem de Penafiel e dos penafidelenses.
Forum a 15 de Outubro de 2010 às 20:26

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