Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
21
Nov 10

 

 

 

EXPOFREGUESIAS

Mostra Associativa

  

Convite

A Associação para o Desenvolvimento de Lagares, através do programa "Qualificar Penafiel" e a Junta de Freguesia de Boelhe, vêm por este meio convidar toda a comunidade a participar na ExpoFreguesias que irá decorrer nos próximos dias 26, 27 e 28 de Novembro de 2010, no Pavilhão de Feiras e Exposição de Penafiel.

Durante os três dias, para além da demonstração das potencialidades de cada freguesia, decorrerão em simultâneas actuações de vários grupos musicais do nosso concelho.

Desde já agradecemos a sua disponibilidade e contámos com a sua presença na ExpoFreguesias.

 

27 Novembro (Sábado)

15 horas | Abertura

22 horas | Rancho Folclórico de Boelhe

 

Organização:

Associação para o Desenvolvimento de Lagares

Lugar da Igreja

4560-187 Lagares PNF

e-mail qualificar.penafiel@gmail.com  


 

A “atração” pela solidariedade

 

É um facto que a juventude não é tudo, no entanto não deixa de ser evidente que instituições de apoio social exigem, hoje, uma dinâmica muito grande. Os desafios colocados por instituições, com responsabilidades, precisam de gente nova. Resta perceber porque é que as instituições acabam por funcionar como clubes muito restritos e imutáveis. Penafiel e as instituições de apoio social vivem dias muito exigentes, pelo que se espera uma mudança radical na forma como se encara a gestão de estruturas com responsabilidades ou património.

Os últimos dados, revelados esta semana junto da comunicação social, não deixam dúvidas: há quase duas mil pessoas em lista de espera para receber comida do Banco Alimentar Contra a Fome, a que se juntam oito mil que já usufruem desse apoio, nos concelhos de Paredes, Penafiel, Castelo de Paiva, Lousada e Felgueiras. Este é o grande drama dos dias de hoje, como matar a fome a quem está na mais profunda miséria.

As autarquias e as IPSS's têm aqui um papel determinante a cumprir, tarefas até agora assumidas e suportadas pelas paróquias, leigos e seus movimentos, digno de reconhecimento público, sob o uso do seu tempo livre e voluntariado. Mas mais importante que resolver estas bolsas de pobreza, urge mudar a nossa cultura assistencialista. Portugal não pode continuar a alimentar a ilusão de que teremos sempre um conjunto de redes que suportam os indivíduos e as famílias.

O assistencialismo levado ao extremo na última década provou uma verdadeira anemia social, criaram-se as instituições locais de desenvolvimento, suportdas em larga escala pelas contribuições sociais, temos uma sociedade incapaz de arregasçar as mangas e procurar soluções, seja para a falta de emprego, ajuda aos idosos ou desfavorecidos - quem dela necessita.

Criar a ilusão técnica de que existe um série infindável de subsídios e apoios para os mais desfavorecidos  cria uma sociedade preguiçosa e desleixada, despreocupada da sua responsabilidade. Agora, com as dificuldades a emergir, torna-se preciso reagir a esta intempérie. O rendimento mínimo, subsídios de inserção ou espécie nunca nos retirará da pobreza nem da crise, apenas nos afundará cada vez mais. Criar uma cultura de trabalho e de independência é o que o nosso país precisa, como de pão para a boca.


 

Apelo a sermos solidários

 

Todos andamos cada vez mais inquietos e alarmados com as notícias dos últimos dias. A palavra “crise” desde há muito que não saí das nossas vidas e estamos constantemente a ser confrontados com ela.

Ao lado de tudo o que há de negativo e mau da realidade que vivemos e que exige tantos sacrifícios, aparece, também, um conjunto de oportunidades que nos possibilitam estar atentos aos que vivem ao nosso lado e promover o bem comum.

Se queremos ajudar e não sabemos como, de seguida cito o que foi decidido apresentar pela Conferência Episcopal para dar uma ajuda a tantos que precisam de nós todos: “Foi aprovado o regulamento do Fundo Social Solidário, de carácter emergente, que implica todos os cristãos e visa todos os mais débeis e carenciados, sejam quais forem os seus credos ou origens. Pretende estar ao serviço das dioceses e paróquias, a quem compete apresentar situações e projectos, que fomentem a ajuda local e de proximidade, e iniciativas de promoção humana e desenvolvimento de capacidades das pessoas vítimas de situações de pobreza.

A base financeira do fundo é assegurada por dádivas feitas com o NIB 0033 0000 0109 0040 15012, podendo ser usada a Entidade 22 222 e referência 222.222.222. Será dada informação pública regular sobre montantes recebidos e aplicados, tipificação dos casos e avaliação do funcionamento.

A Equipa Nacional do Fundo é composta pelo Presidente da Cáritas Portuguesa e representantes da Comissão Nacional Justiça e Paz, da Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, da Sociedade São Vicente de Paulo e de outras instituições significativas no campo social.” (Do Comunicado Final da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa, 8-11 de Novembro de 2010). 

Para poder colaborar neste fundo de apoio foram criados os seguintes meios: 

 

Contributos para o Fundo Social Solidário

 

Transferência bancária

NIB 0033 0000 0109 0040 15012

 

Multibanco

Entidade 22 222

Referência 222.222.222.

Montante __€

 

Cada um de nós pode dar um contributo para ajudar a resolver situações mais complicadas. Hoje ajudamos, amanhã poderemos ser ajudados.

 

publicado por a nossa terra às 11:54

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