Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
28
Abr 13

 

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Novo trilho

 Bttenros percorrem a localidade promovendo a modalidade 


publicado por a nossa terra às 18:59

 

Nota do moderador:
Por respeito a todas as candidaturas que venham a ser constituídas, apenas serão publicados post´s alusivos às acções de campanha para as próximas eleições autárquicas com menção à freguesia de Boelhe. Para o efeito, todas as acções de apresentação e manifestos eleitorais poderão ser consultadas nos link´s de acesso "Eleições 2013", a apresentar na barra direita do blog.

Dado que o blog "A nossa terra: Boelhe" não produzirá post´s para nenhuma candidatura, o teor que venha a ser apresentado (postagem), bem como as menções a nomes e composições das listas são da exclusiva responsabilidade dos seus intervenientes (partidos, coligações ou movimentos de cidadãos independentes) que livremente assim queiram informar a comunidade, aproveitando este espaço. Devem estar devidamente identificados, devendo para o efeito as respectivas campanhas remeter as informações ou divulgações através do e-mail anossaterraboelhe@sapo.pt.

Advertem-se todos os interessados para a indicação de e-mail oficial de campanha e a identificação do autor ou responsável pelas informações prestadas. Os comentários que visem o desrespeito, má educação ou de intenção, serão moderados, podendo serem eliminados. 

Em democracia e numa comunidade como a nossa, todos são chamados a participar e a expressarem-se com civismo, mesmo que outros assim não o entendam ou venham a comentar fora deste espaço.

 

publicado por a nossa terra às 14:00

 

 

Aumentaram as denúncias

Violência doméstica: conheça os sinais de alerta

 

Frequentemente a comunicação social anuncia-nos mais uma vítima de violência doméstica, mais uma morte a lamentar, mais uma vida desfeita. E nós, o que pensamos de imediato? “Coitada, não teve sorte. Se calhar não teve quem a apoiasse…”. E muito rapidamente esquecemos a situação e nem sequer reflectimos sobre o assunto. Não nos colocamos no papel da vítima, não pensamos o que faríamos se estivéssemos no seu lugar porque, no fundo, achamos sempre que só acontecesse aos outros e que nunca estaremos nessa situação. 

O facto é que a natureza humana não é perfeita e que existem pessoas violentas e possessivas que aparentemente parecem perfeitamente pacíficas e normais. Normalmente os agressores são persuasivos e charmosos, muitas vezes quase príncipes encantados. Contudo, com a convivência do dia-a-dia, esses príncipes transformam-se em monstros, que para se sentirem bem necessitam de exercer o seu poder sobre outra pessoa, descarregando nela todas as suas frustrações, sentindo-se os seus donos. 

Para evitar uma vida a dois de sofrimento e trauma, há que prevenir e não deixar a relação chegar a um ponto insustentável de violência física, emocional e sexual. Há que estar atento aos sinais que nos dão e aos comportamentos que vão sendo revelados pois podem indicar uma personalidade violenta e possessiva. 

 

 

A APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vitima) lança algumas questões sobre as quais é importante reflectir para detectar um possível agressor:

  • Tem medo do temperamento do seu namorado ou da sua namorada?
  • Tem medo da reacção dele(a) quando não têm a mesma opinião?
  • Ele(a) constantemente ignora os seus sentimentos?
  • Goza com as coisas que lhe diz?
  • Procura ridicularizá-lo(a) ou fazê-lo(a) sentir-se mal em frente dos seus amigos ou de outras pessoas?
  • Alguma vez ele(a) ameaçou agredi-lo(a)?
  • Alguma vez ele(a) lhe bateu, deu um pontapé, empurrou ou lhe atirou com algum objecto?
  • Não pode estar com os seus amigos e com a sua família porque ele(a) tem ciúmes?
  • Alguma vez foi forçado(a) a ter relações sexuais?
  • Tem medo de dizer “não” quando não quer ter relações sexuais?
  • É forçada(o) a justificar tudo o que faz?
  • Já foi acusada(o) injustamente de estar envolvida ou ter relações sexuais com outras pessoas?
  • Sempre que quer sair tem que lhe pedir autorização?

Se a sua resposta for sim a todas ou à maior parte destas questões, provavelmente encontra-se numa situação de risco da qual tem de se libertar. Procure apoio ou ajuda especializada junto de instituições credíveis como a APAV. Não se torne mais uma vítima!

Se conhece alguém que enfrente este drama não ignore! A violência doméstica é um problema grave que pode, em casos extremos, levar à morte. 

Num relacionamento só faz sentido se houver amor e respeito mútuo - o que não está ao alcance de qualquer um.

 

publicado por a nossa terra às 09:45


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