Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
03
Nov 12

 

Alunos do Ensino Superior - ano lectivo 2012/2013 

Apresentação de candidaturas: 2 a 30 de Novembro de 2012 

 

Atenta às dificuldades económicas de algumas famílias do concelho, o Município de Penafiel atribuirá - para o ensino superior, no ano lectivo 2012/2013 - 8 bolsas de estudo, a jovens alunos penafidelenses.

Entre 2 e 30 de Novembro próximo aceitam-se candidaturas, mediante a apresentação do respectivo requerimento, acompanhado dos seguintes documentos:

a) Fotocópia do cartão de cidadão ou bilhete de identidade e cartão de contribuinte do candidato;

b) Atestado de residência com indicação do número de pessoas que compõem o agregado familiar e o tempo de residência no concelho;

c) Fotocópia do documento comprovativo da matrícula do candidato e restantes elementos estudantes do agregado;

d) Fotocópia do documento comprovativo com o aproveitamento escolar obtido no ano lectivo anterior ao da candidatura;

e) Fotocópia da última declaração de IRS/IRC e respectivos anexos referentes ao ano anterior ou certidão comprovativa emitida pelo Ministério das Finanças, em caso de inexistência de declaração;

f) Fotocópia da nota de liquidação de IRS do ano anterior;

g) Fotocópia do último recibo de vencimento de cada elemento do agregado familiar no activo;

h) Fotocópia do NIB de uma conta cujo titular seja o candidato ou o encarregado de educação se o candidato for menor;

i) Em caso de desemprego deverá fazer prova com a declaração do Centro Distrital de Solidariedade e Segurança Social da área de residência, da qual deverá constar o montante de subsídio, com indicação do início e termo.

 

Informações:

Unidade de Educação, Juventude e Tempos Livres

Câmara Municipal de Penafiel

Telef.: 255 710 700

 

link de acesso

Requerimento de Candidatura e Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo disponíveis para download, em ficheiros de formato pdf. (clique aqui)

   

 

Alinhamentos

por Francisco Coelho da Rocha* 

 

Enquanto estava a pensar no que escrever neste editorial, lembrei-me de ir à procura de um texto de Gonçalo Portocarrero de Almada que, para além de delicioso, ilustra bem o que vos queria dizer. 

“Muitos maridos sabem como é pesada a factura pelo esquecimento do aniversário da mulher. O cardeal Sean O"Malley, arcebispo de Boston, contava, a este propósito, que uma senhora, muito ofendida pelo facto de o cônjuge se ter esquecido do dia dos seus anos, exigiu, como reparação, uma prenda que a levasse dos zero aos cem em três segundos. Mas, em vez do esperado bólide, o desajeitado esposo ofereceu-lhe uma balança... 

Talvez os homens subestimem os aniversários, mas as mulheres geralmente não pensam assim e num tal esquecimento lêem desconsideração pela aniversariante, ou pelo casamento. Ora casal que não festeja os anos e a data do casamento está, provavelmente, em crise. 

As nações, como as pessoas, também nascem, crescem, definham e morrem. A memória dos povos é a sua história e, como não é possível recordar todas as datas memoráveis, comemoram-se ao menos algumas efemérides mais significativas. Os feriados nacionais não nasceram, portanto, para favorecerem o ócio, mas por imperativo da consciência colectiva, como uma necessidade de afirmação nacional. A preservação da língua, o respeito pelos símbolos nacionais e o culto dos heróis e dos santos não são questões decorativas, nem meros instrumentos de propaganda ideológica, mas meios indispensáveis para a coesão e sobrevivência da nação e para a preservação da sua memória colectiva. 

Se em todos os momentos é oportuna a lembrança da história pátria, essa evocação é mais urgente numa crise. […] Dói ver os feriados nacionais reduzidos a mero assunto económico. Tal como seria lamentável a família que, à conta da crise, desistisse de celebrar aniversários. A razão exige o contrário: precisamente por que há crise, mais necessário é unir a família nessas datas e que o país celebre, com moderação, as principais efemérides da sua história. […] 

Sem a sua alma - a nossa língua e a nossa história - Portugal fica reduzido ao défice, ao lixo das agências de rating, a apenas mais um povo ibérico, à cauda da Europa. Sem os seus feriados nacionais, civis e religiosos, o nosso país será como um velho desmemoriado que, por ter perdido a consciência, perdeu também a sua identidade.”

* jornal "Verdadeiro Olhar

 

publicado por a nossa terra às 09:01
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