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Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
02
Mar 13

 

 

Com o lema ‘Que se Lixe a Troika’, que dá nome a um movimento, milhares de portugueses realizam manifestações, em Portugal, este sábado. A jornada de luta pretende contestar as políticas de austeridade aplicadas pelo Governo PSD/CDS-PP, no âmbito do memorando assinado com a troika. O dia 2 de Março será uma jornada de luta em Portugal e em algumas cidades do mundo.

 

Diversas cidades do país, vilas e aldeias serão palco de manifestações convocadas pelo movimento ‘Que se Lixe a Troika’. Esta jornada de luta, mais uma, pretende contestar as políticas aplicadas pelo Governo de coligação de direita (PSD/CDS-PP) em Portugal, com o selo do Fundo Monetário Internacional, da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu, as três entidades que compõem a troika.

 

 

Em Portugal Continental e nas Ilhas – de Lisboa ao Porto, de Viana do Castelo a Faro, passando por Braga, Coimbra, Évora, Setúbal, Vila Real, Viseu e Portalegre, bem como Leiria, Castelo Branco, Guarda e Beja, entre outras cidades, Funchal, Ponta Delgada, Angra do Heroísmo – os portugueses vão gritar contra as medidas de austeridade, que estão a provocar uma espiral recessiva, com efeitos no desemprego, que cresce, nos salários, que encurtam, e nos direitos sociais, que estão a ser limitados.

E por isso o Governo estará no eixo deste protesto que, no entanto, extravasa fronteiras. Outros países irão realizar neste sábado algumas manifestações. Londres, Madrid, Barcelona, Boston, Estocolmo e Budapeste, entre outras cidades, serão também palco da contestação popular.

 

Acompanhe tudo o que se passa nas manifestações in Que se Lixe a Troika! Queremos as nossas Vidas | Facebook

 

O movimento ‘Que se Lixe a Troika’ espera milhares de pessoas nas ruas. E espera que se verifique uma forte adesão popular, contra a troika, as políticas que não geram crescimento, “os desfalques”, as “ameaças de despedimento”, entre outros motivos de indignação. A manifestação de 2 de Março promete levar Portugal para a rua.

fonte: "ptjornal"

 

Letra de "Grândola, vila morena"

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
 

"Grândola, vila morena" é a canção imortalizada,composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música do partido comunista de Moscovo Comunismo.

Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de Abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar o início da revolução.

Por esse motivo, transformou-se em símbolo da revolução, assim como do início da democracia em Portugal. 

 

publicado por a nossa terra às 07:00
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