Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
10
Abr 13

 

 

O Movimento Sociedade Civil Solidária pretende constituir um pólo congregador de recursos que doutro modo poderiam não concorrer para apoio das vítimas mais atingidas pela crise.

Por isso, não visa criar estruturas próprias de gestão e aplicação dos recursos que venha a recolher, mas sim canalizar esses recursos para o Fundo Social Solidário (http://www.caritas.pt/fundosocial), com estrutura idónea e estável já existente, coordenada pela Cáritas Portuguesa, e ainda para a Cruz Vermelha Portuguesa.

Para concretizar a sua missão, os promotores do Movimento comprometem-se a acompanhar a definição de prioridades, critérios e normas de utilização das verbas, e a avaliar os respectivos resultados, informando periodicamente a opinião pública sobre os montantes recolhidos e a respectiva aplicação.

 

Descarregue aqui o manifesto na íntegra.

 

A crise que atinge o mundo em geral e o nosso país em particular tem causas diversas e consequências profundas na vida das sociedades, famílias e pessoas. É uma crise que reclama, além do mais, profundas mudanças no sistema financeiro, nas actividades económicas em geral, no sistema de valores, no estilo de vida, nos padrões de consumo, na valorização do trabalho humano na vida das famílias e das empresas, e nos modelos de comportamento dominantes. Reclama justiça social, respeito pela dignidade humana e pelo bem comum, e drástica redução das desigualdades e da pobreza.

Trata-se de uma crise que, para ser vencida, exige um elevado sentido de responsabilidade por parte do Estado. Todavia, não dispensa o contributo da sociedade civil, no sentido de minorar os seus efeitos negativos, abreviar a sua superação e procurar novas soluções. Empresas, instituições sociais, confissões religiosas, organizações diversas e cidadãos ― todos são convocados para participar no esforço solidário que a situação do país reclama. Uma presença activa no combate à crise é um acto de cidadania, pessoal e colectiva.

Por uma sociedade civil mais solidária, apelamos ao exercício de uma cidadania activa. O seu donativo é insubstituível!

 

publicado por a nossa terra às 19:50

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