Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

Igreja Românica S. Gens de Boelhe (M.N.)
06
Set 13


 


* Artigo de opinião


Primeiro anunciou à comunidade o lançamento em Diário da República do concurso público para a construção das casas de banho e requalificação do Centro Cívico de Boelhe (junto do Largo da Igreja e Avenida do Parque), surgiu-se o anúncio do novo quadro de apoio e financiamento que pode desbloquear finalmente a construção do Centro Escolar de Boelhe, encontrando-se a freguesia de Boelhe, precisamente, numa azafama com a construção da rede de saneamento básico. 
Num espaço de uma semana, Avelino Silva e o executivo da Junta de Freguesia de Boelhe terão alcançado para toda a comunidade três importantes e decisivos passos, bases de desenvolvimento. Verdade seja dita, pessoalmente não gosto de algumas atitudes, forma de actuar e decisões tomadas pelo presidente mas, em apenas 3 anos, 9 meses e alguns dias, este executivo terá alcançado investimentos e programas de desenvolvimento que, certamente orgulharão as gerações vindouras. 
Mas, inesperadamente ou não, nem todos partilham desta realidade - quando todos devem ser interpretes por fazer melhor e alcançar o que até agora não fora alcançado - Avelino Silva foi também, esta semana, vítima do "carteiro". Esta figura típica que aparentemente denuncia, ora reclama ou faz queixas, no escuro ou às claras do dia, a pé ou em transporte de quatro rodas, sabe-se lá mais... lançando papéis (diga-se de má qualidade) prestou-se ao acto de difamação da pessoa que, democraticamente, venceu as últimas eleições autárquicas à Junta e Assembleia de Freguesia de Boelhe, lembrando as promessas por cumprir num manifesto eleitoral apresentado em 2009. Sejamos claros, olhos nos olhos, seriedade e isentos da obsessão dos ideais partidários - todo aquele que se presta a denunciar, deve assumir o seu acto e não se esconder, pois está sujeito à crítica da população que, não precisa que lhe relembrem o que a falta de dinheiro ou de investimentos, tais como outros feitos noutras freguesias, descriminam Boelhe. Será verdade que neste últimos anos, Boelhe não viu ser construída uma piscina pública ou uma casa mortuária, promessas feitas em diversos manifestos eleitorais ou por mais que uma força política mas, em abono da dita verdade, com menos 35.000 euros aproximadamente por cada ano, obras houve que, mesmo não constando dos manifestos merecem ser referência. A abertura de duas novas entradas para o cemitério paroquial, o arranjo urbanístico da Rua Nova do Calvário, o salão de eventos ou o balcão de apoio ao cidadão são apenas alguns bons exemplos. 
Por fim, e porque já vai extenso este reparo a alguém que não merece tamanha importância, quando um presidente de junta intercede na limpeza de uma rua pública (como o caso da Rua do Gondeiro para Rosém), que consta inclusive da toponímia municipal de Penafiel, merece tamanha difamação, passado um ano em que tal se verificou? Ao contrário do referido, não terá sido uma abertura de rua mas sim limpeza e construção de novos muros de suporte de terras; ao contrário do referido, não terá sido apenas o cidadão Avelino Silva a ser beneficiado com tal intervenção mas sim todos quanto possuem terrenos na área (consta-se que sejam pelo menos meia dúzia). Oxalá outro tipo de intervenções se fizessem por ruas que se encontram há anos ou décadas num lastimável estado de conservação e circulação impossibilitada (como a Rua da Barrosa). Será por este tipo de difamações irresponsáveis que muitas pessoas tendem a afastar-se da política e dos corredores partidários que de 4 em 4 anos se lembram que há eleições para disputar e quem sabe, tentar a sua sorte. Há lugar para todos, não há é lugar para a falta de rigor e transparência, doa a quem doer. Se houve lugar ao benefício pessoal, usurpação de dinheiros públicos ou transgressão à lei, em vez da denúncia barata, à calúnia ou há difamação, preste-se o favor de reportar o sucedido a quem de direito, pois também existem autoridades e contas a prestar à Assembleia, à população e ao Tribunal de Contas.
Fazer melhor inclui o contacto diário com a população e neste sentido, Avelino Silva e a sua equipa (tema a desenvolver num futuro post) sabem bem como lidar, ao servir-se sobrepõem com o saber servir no apoio à população e ao desenvolvimento social.


publicado por a nossa terra às 13:00


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