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28
Ago 07

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publicado por a nossa terra às 14:19

Decorreram neste fim-de-semana, as festas a S. Gens e N. Sr.ª do Rosário. A freguesia de Boelhe teve brilho, cor e... muita chuva.

As festas começaram na passada Sexta-feira com as actuações dos Ranchos Folclóricos de Abragão e Vila Boa de Quires e de um modo bem tradicional e popular recordaram os cantares e os modos de vida dos nossos antepassados. Um momento sempre belo e que atraiu cerca de 2.000 pessoas, um número superior ao registado nos últimos anos.

Se na Sexta o bom tempo se fez notar, o Sábado ameaçava com chuva e trovoada. Assim aconteceu mas somente durante o fim da tarde. As celebrações litúrgicas decorreram com a eucaristia seguida da procissão de velas, este ano com a presença do Santo S. Gens: o dia 25 de Agosto é atribuído pela Igreja Católica a S. Gens, padroeiro de Boelhe .

As actuações musicais da orquestra FlashShow e de José Alberto Reis animaram os presentes até cerca das 3 horas da manhã, seguindo-se uma habitual surpresa "este ano bem misteriosa".

O dia principal das festividades começou de forma bem atribulada. Cerca das 8,30 horas ocorreram fortes chuvadas, seguidas de trovoadas que, causaram inúmeros prejuízos, um pouco por toda a região, sobretudo nos cultivos agrícolas e vinícolas. As pessoas de maior idade não se recordam de uma situação idêntica e muito menos num dia de festa. A Banda de Gueifães fez a sua entrada somente pelas 10 horas.

Na eucaristia da manhã, presidida pelo Sr. Padre Capela, foram lembrados os mártires, santos como S. Gens que, acreditando e vivendo, difundiram a fé cristã e os marcos simbólicos edificados em Roma na era do inicio do cristianismo, símbolos que a História não derrubou. No final, um lamento profundo pela ausência das pessoas na procissão de velas que, simplesmente assistem mas não participam.

Durante a tarde, a chuva ameaçou e não tardou a criar as primeiras confusões. Primeiro foram o lançamento de paraquedistas, já decorria a recitação do terço; depois, já a procissão a meio sobre uma forte chuvada... a verdade é que orgulhosamente as pessoas não arredaram e continuaram mostrando que a fé pode mover-se mesmo em condições atmosféricas adversas. Provavelmente sem o brilho de outras ocasiões mas forte em simbolismo de fé e amor pelos santos padroeiros.

No final mais uma contrariedade... já sem chuva, a sessão de fogo foi queimada sobre um intenso nuvoeiro que não permitiu visualizar o brilho que este tipo de acontecimento produz mas, festa é festa!

Realmente, Boelhe dificilmente esquecerá estas festas. Uma jovem comissão de festas trabalhou e planeou as festividades durante um longo ano. Segue-se agora um outro ano e uma nova comissão...

publicado por a nossa terra às 12:43


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