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Jun 09

 

Descarga de água mal calculada de um avião destrói parte de jipe dos bombeiros  

Uma descarga de água mal calculada de um avião Canadair destruiu parte de um jipe dos Bombeiros Voluntários de Penafiel que, na tarde de domingo, combatia um incêndio de grandes proporções em Boelhe. A corporação não tem dinheiro para arranjar uma viatura que, diz o comando, vai fazer muita falta neste Verão. No mesmo incêndio, um outro veículo tombou, ficando, igualmente, com alguns estragos. 

 

 

Erro do piloto terá estado na origem do acidente 

O fogo teve início às 10h17 de Domingo, junto aos lugares de Reguengo e Perafita, em Boelhe, numa zona onde predominam campos agrícolas, pedreiras e mata florestal. Os bombeiros de Penafiel, que estiveram no local com 24 homens e oito viaturas, foram os primeiros a chegar ao local, mas depressa foram reforçados com elementos e meios das corporações de Paço de Sousa, Cête, Paredes, Baltar e Marco de Canaveses.

Também o helicóptero estacionado desde a semana passada em Baltar foi recrutado, mas a meio da tarde foi substituído por um Kamov, vindo de Braga. Foi também durante a tarde, quando o fogo ainda estava incontrolável, que dois aviões Canadair chegaram a Boelhe para ajudar a colocar um ponto final num incêndio que destruiu 23 hectares de eucalipto, dois de mato e um de terrenos agrícolas.

E foi numa das acções do avião que o acidente aconteceu. “A viatura de comando estava a 150 metros de frente de fogo quando foi atingida por uma descarga de água do avião. Foram 12 mil litros de água que caíram de uma grande altitude. Felizmente, que ninguém se encontrava dentro da viatura”, refere o 2º comandante Fernando Campos.

“Provavelmente, o piloto descarregou a água cedo demais”, explica ainda o responsável, que revela que alguns populares chegaram a ser projectados pelo impacto da água no solo.

Certo é que o jipe do comando ficou com a cabine totalmente destruída, assim como as portas e os vidros partidos. Os rádios de comunicação instalados na viatura, assim como a antena ficaram, de igual forma, inoperacionais. “Serão precisas algumas centenas de euros para arranjar a viatura, mas a corporação não tem disponibilidade financeira para o fazer. A não ser que apareça um mecenas, o jipe vai ficar inoperacional todo o ano, o que nos vai fazer muita falta”, sustenta Fernando Campos.

No mesmo incêndio, um outro veículo também sofreu um acidente. O pesado seguia num caminho “com muita pedra solta”, quando uma das extremidades cedeu, fazendo com que o carro tombasse. Os cinco bombeiros que iam na viatura não sofreram ferimentos, mas o carro ficou amolgado na parte lateral e no pára-choques. 

Fonte: Jornal “Verdadeiro Olhar”  

publicado por a nossa terra às 10:01


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