Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

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Nov 09

Denominada “do Neolítico ao Românico”, a AARIS - Associação dos Amigos do Rio Sousa encontra-se a organizar uma caminhada, agendada para o próximo sábado, dia 14 de Novembro de 2009.
 
Assim será em Luzim e Boelhe, estando a efectuar um briefing afim da verificação das condições necessárias para que o turismo cultural e desportivo, como prova e validade que demonstre o que de bom tem Penafiel, as freguesias e as suas valências.
 
Com início pelas 9,30 horas, no dia 14, sábado, o percurso iniciar-se-á em Luzim, mais propriamente em Lomar, seguindo-se em direcção à Igreja Românica de S. Gens de Boelhe, iniciativa com recepção e colaboração de diversas entidades, entre as quais, a Junta de Freguesia de Boelhe.
 
Além de poder ver e retratar as belas aldeias de Luzim e Boelhe, partirá à descoberta das gravuras rupestres de Lomar, dos anos quatro mil antes de Cristo, cujo seu significado desconhecido, levanta ideias de ser tabuleiro de jogo, mas também partilhado como hipótese de historiadores arqueológicos que se pode tratar de um mapa de civilização de sepultura do neolítico conhecidos como mamoas, já que o vale onde está situado o penedo, ainda hoje, é conhecido pelo Vale dos Mortos, provavelmente uma referência que perdurou na tradição oral popular ao facto de num e noutro local e de nesta serra terem enxertos de uma vasta necrópole neolítico, da qual sobejaram vestígios perto do menir e se encontram estes focetes pegadinhas de S. Gonçalo.
 
Após o almoço, segue-se uma visita ao Museu em Penafiel, seguida do S. Martinho, uma feira secular.
 
Contactos e informações:
Napoleão Monteiro
Tel. 919 769 705
AARIS - Associação dos Amigos do Rio Sousa
 
Lenda de Verão de S. Martinho
 
Segundo a lenda do Verão de S. Martinho, nesse dia não chove, lenda essa na Biblioteca de Penafiel (in “flores para crianças” de Fernando Cardoso) que se transcreve:
 
“Num dia tempestuoso ia Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
Martinho não hesitou: parou a cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
E apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para correr o caminho cheio de felicidade. Mas subitamente a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que se não apagasse da memória dos homens de bondade praticada pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a bênção dum sol quente e miraculoso.”

 

publicado por a nossa terra às 14:06


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