Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

24
Mar 12

 

“Joga-se contra a vida, a história e as vontades

Ungem-se verdades alheias e agrega-se um país

Na ânsia moribunda, sem levantar alardes

Tomando por fracos os que, diariamente

Andam a regar a mais profícua raiz

Sonhando, para seus filhos, um Portugal mais feliz!”

 

Caro cidadão, habitante da freguesia de Boelhe:

 

Muitas das FREGUESIAS têm morte anunciada!

Enquanto vivas, devem lutar contra essa sentença!

A morte não pode ser o prémio de um trabalho inigualável, em tantos séculos de história!

E, entre todas as FREGUESIAS, deve existir SOLIDARIEDADE!

Somos uma comunidade de cariz cultural, etnográfica, demonstrativa das nossas raízes, de força e de afirmação das potencialidades, onde cada cidadão se revê e denota brio pelas tradições e bom nome da nossa terra: FREGUESIA DE BOELHE.

Como um povo que se afirma no trabalho e nas causas sociais, mobilizamo-nos na defesa dos genuínos interesses das populações.

Conscientes de que é tempo de cada cidadão se fazer ouvir, não há tempo a perder nem força a desperdiçar. Vamos congregar vontades e caminhar pela defesa de Boelhe, a nossa terra, prova de real de civismo, união, capacidade de iniciativa e de organização!

Conscientes e determinados, a Junta de Freguesia de Boelhe manifesta-se “contra a extinção da freguesia de Boelhe, querendo viver junto da comunidade”.

Se os cidadãos, sempre com voz activa, as organizações, as colectividades e o meio social, cada freguesia terá legitimidade para expressar o sentimento e a sua vontade determinante.

Respondendo condignamente contra o futuro que lhe querem traçar, Boelhe manifesta-se contra a sua extinção.

 

Junta de Freguesia de Boelhe, 24 de Março de 2012

 

publicado por a nossa terra às 12:05

 

Autarcas do PSD-CDS faltam a encontro para lançar abaixo-assinado contra o fim das freguesias

Reunião aconteceu na última sexta-feira, em Penafiel

 

Carlos Monteiro, presidente da Junta de Freguesia de Novelas e membro do Movimento Contra a Extinção de Freguesias, vai lançar um abaixo-assinado a pedir o fim da reforma administrativa proposta pelo Governo. Monteiro queria juntar todos os autarcas de Penafiel a uma causa que, diz, é apartidária e marcou um encontro com todos os presidentes de junta do concelho. Porém, e apesar de uma grande maioria ter dito que estaria presente na reunião, os autarcas eleitos em listas da coligação Penafiel Quer (PSD-CDS) não compareceram. Apenas o anfitrião e presidente da Junta de Freguesia de Penafiel, Carlos Leão, esteve, na sexta-feira, entre os autarcas socialistas.

“Foi uma desilusão”, admitiu o autarca de Novelas referindo no entanto que alguns dos presidentes de junta de freguesia já explicaram a ausência, nomeadamente com motivos pessoais e com o facto de estarem no Congresso do PSD, mas que a grande maioria não compareceu ao encontro de sexta-feira, apesar de terem confirmado a presença. “Isto leva-me a especular e a dizer que houve qualquer coisa que os impediu de vir”, refere Carlos Monteiro sem querer especificar as razões de tal impedimento. “Não havia qualquer partidarização desta questão. A proposta do abaixo-assinado foi feita no âmbito do Movimento Contra a Extinção de Freguesias”, acrescenta.

Com ou sem autarcas do PSD e do CDS, Carlos Monteiro garante que o abaixo-assinado a pedir o fim da extinção/junção de freguesias vai mesmo em frente e que começará a ser distribuído por todo o concelho rapidamente. Depois será enviado à Assembleia da República, ao Governo, na pessoa do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, e ao ministro responsável pelo processo.

 

Autarcas esperam pelo menos “50 mil pessoas” na manifestação contra a extinção de freguesias

 

Os autarcas esperam reunir pelo menos "50 mil pessoas" na manifestação nacional do dia 31, em Lisboa, contra a proposta de lei da reforma administrativa que prevê a extinção de 1.500 freguesias, cerca de um terço do total.

"Essa é expectativa mínima", disse à Agência Lusa o porta-voz do Movimento Freguesias Sempre - Plataforma do Distrito do Porto, o socialista Pedro Sousa, presidente da Junta de Freguesia de Leça da Palmeira. O eleito falava após o plenário de segunda-feira à noite em S. Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia, onde foi aprovada, por unanimidade e aclamação, uma moção, repudiando e rejeitando a proposta de lei governamental.

A moção refere que "qualquer reforma administrativa" deve ser "antecedida de uma consulta à população e autarcas envolvidos".

 

publicado por a nossa terra às 08:54
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