Meio de informação e divulgação, aberto à iniciativa e participação da comunidade, procurando difundir a actividade local entre 22 de Junho de 2007 a 1 de Outubro de 2013. Obrigado a todos os 75.603 leitores.

14
Fev 13

 

Exéquias fúnebres realizam-se amanhã, pelas 10,30 horas, na Igreja Matriz de Penafiel

Monsenhor Gabriel Maia, pároco de Penafiel, faleceu esta madrugada 

 

Apesar da doença, foi presença assídua nas Jornadas Vicariais da Fé, realizadas em 26 e 27 de Janeiro último

 

Monsenhor Gabriel da Costa Maia tinha 82 anos e era também Vigário da Vara de Castelo de Paiva/Penafiel e Administrador Paroquial de Milhundos e Marecos. 

Natural de Covelas, Trofa, Monsenhor Gabriel Maia, morreu, esta madrugada, vítima de doença prolongada. 

O Vigário da Vara foi há cerca de 15 anos, colocado em Penafiel pela diocese do Porto em substituição do padre Artur, num processo polémico que, na ocasião, agitou a comunidade cristã. Para trás ficam também alguns registos de conflitos com populações, nomeadamente em Duas Igrejas e Guilhufe, actualmente resolvidos.

O corpo do sacerdote encontra-se em câmara ardente na Igreja da Matriz de Penafiel. O funeral realiza-se amanhã, sexta-feira, às 10,30 horas. A cerimónia será  presidida pelo Bispo do Porto, sendo depois sepultado na terra natal.

 

IPSS´s e cidadão seniores com visitas gratuitas no Museu

 

Conduzido pelo Museu Municipal, este novo projecto engloba a vertente social e cultural ao possibilitar aos cidadãos seniores, através das IPSS, a possibilidade de descobrirem o seu museu e de, muito provavelmente, se reencontrarem com “pedaços” da sua história, vida e identidade.

Na prática, o Município de Penafiel estabelecerá com as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de Penafiel, a possibilidade de estas levarem gratuitamente os seus utentes mais idosos a visitar o Museu Municipal de Penafiel.

O Museu que tem arrecadado diversos prémios que comprovam a qualidade do espaço e do património exposto, revelando de forma apaixonante a história do município/região desde os tempos mais remotos, reúne um espólio arqueológico, etnográfico e histórico da região do Sousa e Tâmega, de grande qualidade e valor.

A ideia desta iniciativa consiste precisamente em promover encontros de memória, entre as histórias preservadas no Museu e as histórias vividas pelos cidadãos, refere o comunicado da autarquia.

 

 

 

JS Penafiel lançou plataforma participativa online para ouvir penafidelenses

 

“O que Precisa Penafiel” é o nome de uma ferramenta electrónica disponível na Internet e lançada pela Juventude Socialista de Penafiel. O objectivo, diz nota de imprensa do partido, é receber contributos de todos os sectores da sociedade penafidelense. A plataforma online, disponível em www.oqueprecisapenafiel.pt, permitirá construir um programa autárquico do Partido Socialista de Penafiel, com vista às próximas eleições.

Para Mafalda Duarte líder da Juventude Socialista de Penafiel esta “é uma forma de auscultar anseios e preocupações dos penafidelenses”. “A participação política dos mais jovens tem vindo a distanciar-se dos modos de participação tradicional, assumindo a internet um local privilegiado, desta forma, nós, a Juventude Socialista de Penafiel, apostamos nesta dimensão de comunicação que escapa à lógica de circuitos fechados e que abrem novos horizontes de modelos de participação”, acrescenta Mafalda Duarte.

www.oqueprecisapenafiel.ptestá já disponível na internet e os socialistas contam que a população de Penafiel possa participar massivamente, pois só com a participação de todos podemos encontrar uma nova ambição para Penafiel”, refere o comunicado da JS.

 

Tribunal de Penafiel condenou António Teixeira mas decidiu suspender a pena 

Autarca julgado por se apoderar de dinheiro de funerais fica no cargo

por Notícias ao Minuto

 

O presidente da Junta de Freguesia de São Martinho de Recesinhos, no concelho de Penafiel, António Teixeira Ribeiro, que estava acusado de vários crimes, entre eles o de peculato por se ter apropriado de taxas de funerais, foi condenado a três anos e quatro meses de cadeia mas o tribunal decidiu suspender a pena, pelo que o autarca poderá manter-se em funções.

Há cerca de cinco anos, e depois de denúncias apresentadas ao Ministério Público, o presidente da Junta de Freguesia de São Martinho de Recesinhos, no concelho de Penafiel, António Teixeira Ribeiro, foi acusado de se apropriar das taxas de funerais (cerca de 1200 euros), de ter colocado a trabalhar na junta um funcionário de uma empresa sua e de ter desviado um cheque de 1500 euros da junta para pagar uma dívida sua.

Conforme edição do Jornal de Notícias (JN), o Tribunal de Penafiel, que quarta-feira condenou o autarca a três anos e quatro meses de cadeia, decidiu suspender a pena. A juíza explicou que o tribunal não encontrou matéria para aplicar como medida acessória da pena a perda de mandato, mas lembrou ao arguido que cargos públicos devem ser exercidos de forma “lisa e honesta”. 

Já em 2010, lembra o JN, António Teixeira Ribeiro foi acusado e, posteriormente, absolvido de crimes de peculato e falsificação de documentos porque o tribunal não conseguiu provar a acusação. Na acasião, o autarca referia o acontecimento como "cavala política", sendo eleito por um movimento independente e por inerência do cargo membro da Assembleia Municipal de Penafiel. 

fonte: "Notícias ao Minuto"

 

Movimento entrega no Parlamento petição para candidaturas de cidadãos às eleições 

A petição "artigo 151.º" pede aos deputados que, na próxima revisão da Constituição, o artigo com aquele número passe a ter uma nova redacção, para acabar com o "monopólio partidário no acesso à representação parlamentar"

 

O Movimento Independente para a Representativa Eleitoral vai entregar, esta quinta-feira, na Assembleia da República uma petição com 6.300 assinaturas, cujo objectivo é legitimar aos cidadãos uma candidatura às eleições legislativas sem terem de integrar listas de partidos.

Em declarações à agência Lusa, Bruno Silva, o primeiro signatário da petição do Movimento Independente para a Representativa Eleitoral (MIRE), adiantou que a ideia de avançar com uma petição que visa alterar o Artigo 151ª da Constituição, de forma a permitir a candidatura de grupos de cidadãos independentes às eleições legislativas, surgiu de um grupo de amigos que não se revêem nas políticas dos actuais partidos.

"Os partidos têm um papel importante. Não somos contra os partidos, mas achamos que temos de ir mais além e, por isso, a única possibilidade é alterar a Constituição. Os partidos têm sido muito protectores de si mesmos", disse.

fonte: "JN"


"Só nós dois"

20 canções de amor para um dia dos namorados

 

 
 
"Que falem não nos interessa 
O mundo não nos importa 
O nosso mundo começa 
Cá dentro da nossa porta."
Tony de Matos

 

O amor como alienação rebelde perante as convenções. Todo o universo concentrado em duas pessoas, em dois corpos.

14 de Fevereiro de 2013, quinta-feira, é o Dia dos Namorados. Facto. A esmagadora maioria das canções conhecidas falam de amor. Facto. Juntámos os dois factos e criámos uma banda sonora. Delicie-se com uma selecção de temas que o jornal "Público" lhe oferece.

fonte: "Público"

publicado por a nossa terra às 13:20
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Zonas Ribeirinhas

Proprietários de Penafiel e Marco lamentam "falta de informação"

 

Diversos donos de terrenos junto ao rio Douro e ao rio Tâmega, no Marco de Canaveses e em Penafiel, criticam "a falta de informação" sobre a lei da Titularidade dos Recursos Hídricos, a qual exige prova em tribunal da propriedade.

"É lamentável que as pessoas não estejam a ser informadas sobre uma situação tão grave quanto essa", disse hoje, à Lusa, Margarida Moreira, proprietária de terrenos junto ao Douro, em Penafiel e Cinfães.

A proprietária referia-se à lei da Titularidade dos Recursos Hídricos, de 2005, que impõe a data de 01 de Janeiro de 2014 como prazo limite para que os proprietários de imóveis e/ou terrenos nas margens da costa e de rios navegáveis ou flutuáveis provarem em tribunal que o património era já de domínio privado antes de 31 de Dezembro em 1864. No rio Tâmega, encontra-se delimitada uma substancial área de protecção, desde Entre-os-Rios até Amarante, pertença da EDP e da REN, cuja construção da Barragem do Torrão obrigou a indeminizações  e aquisição de inúmeros terrenos.

 

Sem prova em tribunal, propriedade nunca mais pode ser vendida

 

O presidente da Associação Nacional dos Proprietários (ANP) alertou ontem que se os donos de terrenos/imóveis à borda da água não reconhecerem em tribunal a propriedade privada até ao fim do ano arriscam-se a perdê-la ou nunca mais conseguir vendê-la.

"Se o proprietário não provar em tribunal até ao fim do ano que a casa ou terreno é dele, se um dia quiser fazer uma casa legal naquele terreno, a Câmara não lhe passa a licença e se quiser vender a sua propriedade, o notário não lhe faz a escritura", disse, em declarações à Lusa, António Frias Marques, a propósito da lei da Titularidade dos Recursos Hídricos. 

Margarida Moreira, que é dona de mais de um quilómetro de terrenos junto ao Douro, que compreende as quintas de Santa Cruz e da Seixinha, em Canelas, Penafiel, disse "desconhecer completamente" a existência da lei e admitiu ser "quase impossível" provar em tribunal a posse anterior a 1864. 

"Estou muito preocupada com tudo isto", observou, acrescentando que o seu pai também é dono de uma exploração de inertes, na mesma zona, com um cais de acostagem no Douro.

fonte: Destak/Lusa

 

"Aquilo é tudo legal. O que vai então acontecer?", questionou. 

 

António Guedes, presidente da Junta de Freguesia de Eja, que abrange a localidade de Entre-os-Rios, também disse desconhecer o enquadramento legal. Em declarações à Lusa, o autarca criticou a falta de informação, lamentando que as entidades oficiais "nada estejam a fazer para esclarecer a população". 

"Uma situação destas carece de clarificação urgente", alertou, acrescentando: "Se essa lei for aplicada muita gente pode perder as suas casas e os seus terrenos". 

António Guedes admite que haverá proprietários de casas do núcleo histórico de Entre-os-Rios que não conseguirão provar a posse anterior a 1864 e assim poderão ficar privados dos seus bens. 

Um pouco mais a montante, já em território do Marco de Canaveses, Dominique Azevedo, da família proprietária da Quinta dos Agros, empreendimento turístico na freguesia de Sande, disse nada saber sobre a lei. 

 

"Isso é novidade para nós", exclamou. 

 

Aquela empresa tem um terreno junto ao Douro, com uma casa, que pode ser afectado pela determinação legal. Dominique Azevedo recorda que apenas tem a escritura da compra da parcela de 1998. 

"Como é que eu vou provar a quem pertencia o terreno em 1864", questionou, ao mesmo tempo que censurava a falta de informação e o "ridículo da lei".

fonte: "RTP"

publicado por a nossa terra às 07:55
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